Cinema & TV, Diário

Exposição Rá-Tim-Bum, o Castelo

Quem acompanha o BeLivs há mais tempo deve lembrar de quando postei sobre a exposição do Castelo Rá-Tim-Bum no MIS (Museu da Imagem e do Som) lá no começo de 2015. Foi concorridíssimo para comprar os ingressos, uma loucura, mas ainda assim tive o privilégio de ir duas vezes (e contei tudinho no blog – uma pena que as imagens simplesmente desapareceram). Dessa vez tudo foi acontecendo meio por acaso. Só sei que quando menos percebi, a Kátia tinha comprado os ingressos e essa seria nossa despedida antes do intercâmbio dela: a exposição Rá-Tim-Bum, o Castelo.

Arquitetura Castelo Rá-Tim-Bum

A arquitetura do Castelo foi inspirada por Gaudí, segundo as informações da exposição.

Talvez você seja mais novo e não tenho vivido a programação da TV dos anos 90 tão intensamente como eu. Mas o que você precisa saber é que, como escrevi na outra resenha, o Castelo Rá-Tim-Bum nunca menosprezou a inteligência das crianças e fez com que a minha geração aprendesse brincando, de verdade, sem nem perceber. Pensem que em uma época em que não existia YouTube e a internet mal havia chego na casa da grande maioria dos brasileiros, o programa era nosso entretenimento. E é nostalgia demais lembrar de tudo isso! (talvez por esse motivo as exposições façam tanto sucesso)

O enredo do seriado educativo era simples (pero no mucho). Mostrava o dia-a-dia do Nino, um aprendiz de feiticeiro de 300 anos, que inicialmente não tinha amigos porque era ~diferente~. Ele morava com seu tio Victor, um cientista-feiticeiro, sua tia Morgana, uma ~bruxa do bem~ de mais de 6000 anos (que teve um casinho com Leonardo da Vinci, inclusive) e mais um monte de animais falantes e objetos com vida em um Castelo (alguma semelhança com A Bela e a Fera?). O episódio piloto do programa mostra três crianças, Zeca, Pedro e Biba, que chegam meio sem-querer-querendo ao Castelo (o Nino fez um feitiço para atraí-los). Inicialmente eles tem medo de toda a magia que cerca a vida daquele menino, mas aos poucos vão se encantando, veem que no fundo todos somes diferentes, e passam a visitá-lo todos os dias, criando um laço com o Castelo e seus habitante. E, assim, Nino deixa de ser tão sozinho <3

Elenco do Castelo Ra-Tim-Bum

Lendo o release e as notícias publicadas, entendi que dessa vez eles tinham recriado o Castelo nas proporções corretas e com todos os cômodos nos lugares em que vimos no programa de TV. Leiam comigo: “o grande diferencial da exposição no Memorial é que o público terá a chance de entrar num Castelo idêntico ao da série, construído numa área de 700m² anexa ao Pavilhão da Criatividade” (fonte). Meu pensamento imediato foi: “oba! vai ter novidade” (já que no MIS os ambientes não estavam na posição “correta” do que era mostrado no programa) e bora lá então, né?

A partir desse ponto eu vou relatar como foi a visita, os ambientes e se houve novidade do que vi na exposição do MIS. Se você não quiser estragar a experiência, recomendo que vá somente ao box de informações lá em baixo para não me culpar pelo SPOILER sofrido, ok? Fica o aviso 😉

Nossa visita foi no dia primeiro de abril (e não, não era mentira!), às 09:30.Chegamos com uns 40 minutos de antecedência e já havia uma fila grande, mas tudo organizadinho. Particularmente fiquei encantada com a bandeira no topo do castelo, as gárgulas e tudo mais. Perfeito é pouco! (mas o relato abaixo é 100% honesto e vida real, se quer um reato emotivo, leia sobre minha visita ao MIS heh)

Na porta do Castelo há o maravilhoso porteiro <3 Não é o original (que está lá dentro, protegido por uma redoma, como vários outros personagens), mas é lindo e fica fazendo barulhinhos igual no programa. Só fiquei esperando ele me pedir a senha para liberar a entrada mas, né, nem tudo é perfeito 😛

Porteiro do Castelo Rá-Tim-Bum

Klift, kloft, still, a porta se abriu!

Ali também, logo na entrada, vemos a maquete do Castelo, a que foi usada para a abertura do programa. É perfeita!

Eu honestamente pensei que entraríamos e daríamos de cara com a sala do Castelo. FUÉN! Fui enganada (ou minha interpretação de texto tá bem ruinzinha). A ordem das salas e ambientes é praticamente a mesma do MIS, não segue a “planta” do Castelo que víamos na TV. A diferença até aqui de uma exposição para outra não é muita, até entrarmos na sala totalmente cor-de-rosa, com a Penélope nos dando boas-vindas (no MIS quem fazia isso era o Nino). AMO!  Não lembro de na outra exposição termos tantas plaquinhas falando dela, menos ainda um espaço dedicado (mas apertado) para a repórter mais pink que você respeita!

Maquete Castelo Rá-Tim-Bum

Parte dos incríveis detalhes da maquete utilizada na aberturo do programa.

Um comentário geral: achei tudo muito espremido, apertado, irrespirável. Não sei se a área é menor, mas, olha, tenso, viu? Talvez seja porque eu tenha ido no segundo dia da exposição em que tudo ainda era novidade, mas ainda assim… bom, aguardemos.

Seguindo o trajeto proposto pelo organização, podemos ver os mancebos em que o Dr. Victor pendurava o chapéu e o sobretudo e somos levados a uma ponte (que se mexe) em que está a roupa do Etevaldo. Não sem antes ter uma linha do tempo dos programas infantis da Cultura e da abertura do programa ser mostrada em diversas televisões de tubo, antiguíssimas e extremamente nostálgicas. Vale lembrar que nas paredes tem tudo bem explicadinho, em português e em inglês. Aliás, sempre me emociono quando leio a informação de que o ator Wagner Bello, que interpretava o ET cheio de bambolês e bolinhas pelo corpo, faleceu um episódio antes de concluir as filmagens do programa. No episódio em que ele já não estava, a Etcétera cita sua ausência e diz que ele tinha ido brincar nas estrelas… </3

Etevaldo, o ET mais querido do Castelo

O figurino fica em uma “vitrine” com o fundo côncavo e prateado, dando um efeito visual maravilhoso! (mas péssimo para fotos)

A sala seguinte é com os figurinos usados pelas crianças. As roupas originais e os estudos no papel para as roupas de Zeca, Pedro e Biba. Nesse ponto achei a ideia dos organizadores bacana mas a execução foi bem nhé: cada roupa fica em uma “vitrine”, com uma luz focando-a. Só que a luz só foca o figurino de um dos personagens por vez, aí depois de alguns segundo apaga e vai pro próximo. Bacana e tals, mas pensem em uma sala minúscula cheia de gente rodando feito barata tonta atrás das luz que acendia e logo apagava. Fail, né? (desculpa, fiquei irritada e nem tenho foto)
De qualquer forma, estar em contato com esse tipo de “relíquia” me transporta para uma época tão boa da minha vida, sem nenhuma preocupação…

O próximo ambiente mostra o figurino do Telekid (a quem ouvi o pessoal chamar de “Google das antigas” – e faz sentido, né? era só perguntar pra ele que ele explicava). Engraçado pensar como o Marcelo Tas foi importante para o Rá-Tim-Bum como Professor Tibúrcio e para o Castelo como o dono do “porque sim não é reposta”. Nas paredes há alguns scripts originais e devo confessar que essa é uma das minhas partes preferidas da visita! Adoro ver as plantas originais e os rascunhos para os figurinos, acho muito bacana entrar na cabeça dos criadores.

Entramos nos encanamentos do Castelo (figurativamente, uma pena) e vemos, além do Tap e do Flap, o coitado do Godofredo (morria de dó dele) e o Mau (que eu acho que deveria chamar Mal, que é o contrário de “bem” mas, enfim, sou voto vencido), sempre com sua gargalhada fatal ao fundo. Aliás, como não lembrar do episódio em que ele virou malvado de verdade?

Tap, Flap, Mau e Godofredo

Duas versões das botas mais queridas do programa, além dos monstrinhos que vivem nos encanamentos do Castelo.

É então o momento da sala dedicada ao Dr. Pompeu Pompilio Pomposo, ou simplesmente Dr. Abobrinha (que no MIS encerrava a exposição) e em seguida o maravilhoso laboratório do Tíbio e Perônio (meus personagens secundários favoritos, com certeza!). A sala deles está muito bacana e tem inclusive um jogo de câmeras bem legal de se olhar através do microscópio, não se esqueçam 🙂 Só acho que ficou faltando colocar uma borboleta de papel no laboratório (quem não lembra de como um deles queria falar sobre o voo das borboletas, hein?).

Tíbio e Perônio, cientistas do Castelo Rá-Tim-Bum

“Olá / Olá. / Eu sou o Tíbio / E eu sou o Perônio / Nós somos gêmeos / E gênios!”

Antes de entrarmos na sala de música, o relógio e o holograma do Nino nos esperam. O Dr. Victor vai chegar. O Dr. Victor está chegando. O Dr. Victor chegou! (eles que nos recepcionavam no MIS) O que mais gosto nas salas, além de o papel de parede ser de mapas (foi inspirado em uma das salas dos Museus do Vaticano), é a interação com os objetos. É possível sentar, tocar, abrir armários, mexer na caixa, girar o globo, enfim, é uma área bastante interativa da exposição.

Caixa mágica de perspectiva no Castelo Rá-Tim-Bum

Um dos objetos com os quais dá pra interagir. Quem lembra dessa caixa?

Em algum ponto da visita que já não me lembro, há banquinhos com algumas telas para que a gente assista entrevista com os atores. Nós já tínhamos assistido TODAS na outra visita e dessa vez não paramos, mas é muito legal de ver! E fiquem atentos porque em cada telinha são entrevistas diferentes. Se você for assistir todas, como fizemos, levará por volta de 1h (mas passa rápido porque são várias entrevistas curtas e você está confortavelmente sentado).

O próximo passo é visitar a oficina do Dr. Victor. Aliás, uma pequena decepção: desta vez não liberaram que o público subisse e tirasse fotos na mesa do feiticeiro, uma pena! Leiam os quadros, principalmente sobre a origem do nome do personagem e o figurino, é bem bacana!

Oficina do Dr. Victor no Castelo Rá-Tim-Bum

Uma das paredes da oficina

Então é chegado meu momento preferido da visita: a biblioteca do Gato Pintado (miau!). O ambiente está p-e-r-f-e-i-t-o! Alguns livros da estante “falam” com você e, novamente, vemos o livro com os poemas que eu tanto gostava de ver e ouvir quando era criança. Além disso, o próprio Gato Pintado está ali, a alguns palmos distância (a réplica, o original está protegidinho). Sério, essa é a sala que me proporcionou as melhores lembranças <3

Gato Pintado no Castelo Rá-Tim-Bum

Mesmo meio caolho ele é lindo <3

Biblioteca do Gato Pintado no Castelo Rá-Tim-Bum

Desculpa, mas esse momento precisou de uma selfie (mesmo com a baixa qualidade da câmera frontal)

Depois temos a chance de entrar no ninho dos Passarinhos cantores. (aliás, sabiam que é lenda urbana o papo de que a Sandra Annenberg foi uma das ~passarinhas~?) Achei esse ambiente tão pequetitico 🙁 É possível ver o figurino deles além de entrar nos ovos quebrados para tirar fotos.

Passarinhos cantores do Castelo Rá-Tim-Bum

Passarinho… que som é esse?

Em seguida entramos na cozinha, por trás dela, passando pelo ambiente da Caipora. Não sabia que eles tinham pensado em usar um Curupira ao invés de uma Caipora mas desistiram porque ia dar muito trabalho esconder os pés “normais” e inserir pés virados para trás. Aliás, atenção com as plantas que se mexem se não querem dar um gritinho como eu 😛 Na cozinha ainda é possível mexer em vááárias portinhas de armário e gavetas, além de sentar nas cadeiras da mesa do centro, uma graça!

Personagem icônico do programa, o Ratinho (não, não esse) teve um espacinho tão pequeno quanto no MIS. Uma tela dentro de uma banheiro com as cenas passando, além de um trilho por onde passa o rato-robô, além de um ratinho de massa de modelar usado nas filmagens. No memos ambiente, temos a maravilhosa Dedolândia <3 “somar, contar, saber quanto vai dar, juntar e botar tudo no mesmo lugar”, da época em que eu achava somar legal #soudeHumanas

Ratinho do Castelo Rá-Tim-Bum

Tchau preguiça, Tchau sujeira, adeus cheirinho de suoooorrr….

Mas é na próxima sala que a mágica acontece: chegamos ao salão do Castelo! Com direito à árvore no meio da sala com ninho de passarinho, cobra cor-de-rosa que se mexe e fala, sofá redondo e colorido e banco giratório para chegar no quarto do Nino. Tudo lindo e perfeito! (e, por isso, lotado e com fila para tirar foto)

Celeste, a cobra cor-de-rosa do Castelo Rá-Tim-Bum

Noooossssssaaaaa!

Subindo as escadas chegamos ao quarto da Morgana, outro ambiente que adoro muito mas estava apertadíssimo e lotado… De qualquer forma, faça como eu e tire uma foto com a Adelaide e o Felisberto (o projetor), por favor! No quarto é possível interagir ainda com o caldeirão da bruxa mais boazinha que já vi na TV.

Adelaide e Felisberto no quarto da Morgana no Castelo Rà-Tim-Bum

Quarto da Morgana cheeeeio de detalhes *-*

Como comentei, é possível acessar o quarto do Nino e ver as paredes cobeeertas de quadrinhos, muito bacana terem trazido isso para a exposição. Senti falta da cama mas, enfim, estava bem bacana mesmo assim. Interessante ressaltar que quem movia a porta giratória no dia em que fui era uma moça que já estava cansada, coitada. Imagina ficar fazendo isso o dia todo? heh

Quarto do Nino no Castelo Rá-Tim-Bum

Os soldadinhos da porta giratória e o papel de parede de histórias em quadrinho do Nino

E assim acabou minha visita à exposição Rá-Tim-Bum, o Castelo. Depois de ver todos os ambientes eu esperava muito uma lojinha mas se teve juro que não vi, uma pena 🙁

A exposição Rá-Tim-Bum, o Castelo está sendo exibida no Memorial da América Latina, em São Paulo (capital). Foi liberada para visitação em 31 de março e deve ficar aberta ao público por 3 meses (podendo ser prorrogada). A compra de ingressos é possível diretamente na bilheteria do Memorial ou online, sempre com data e horário pré-definidos. Custa bem baratinho: R$20 a inteira (e R$10 a meia, pra qual não exigiram que eu apresentasse nenhum documento – ponto negativo para a organização).
O Memorial da América Latina fica do lado do Terminal Barra Funda (metrô e ônibus). Tem estacionamento (e pelo que vi são R$50 reais a diária, não reparei nos outros valores). Particularmente achei mais fácil chegar no Memorial do que no MIS, apenas comentando 😉
Ah! Não existe guarda-volumes no local :/

Sendo extremamente honesta e deixando a nostalgia de lado, eu diria que se você foi à exposição no MIS não precisa pagar para entrar na do Memorial. Passe em frente, tire mil fotos da fachada e siga seu rumo (isso se você não for fã alucinado). Agora, se você se frustou de não conseguir ingresso para a mostra anterior e tem condições de se deslocar até São Paulo, por favor, não perca! (mas se possível vá durante a semana, TALVEZ esteja mais vazio) A emoção de interagir com todos os elementos cenográficos que vimos durante nossa infância toda não tem preço e vale o aperto dentro das instalações. Se dê esse presente, por mim 🙂

Rá-Tim-Bum, O Castelo

Na parede do Memorial da América Latina

Resumindo:

  • A exposição do Castelo no Memorial da América Latina é igual à do MIS? Sim, com pouquíssimas novidades.
  • Ainda assim vale a experiência? Se você for fã do seriado, mas é claro que vale! Afinal, estamos falando de um dos programas educativos mais bem sucedidos da TV brasileira (e não é todo dia que você tem a oportunidade de tirar uma foto com uma cobra cor-de-rosa, não é mesmo?).

Quem mais foi nas duas para deixar suas impressões? Quero saber o que acharam, se tiveram o mesmo sentimento que eu!

(e qualquer dúvida, é só perguntar que respondo e ajudo no que for possível.)

Um beijo e até a próxima 🙂

P.S.¹: relendo o post percebi que não falei da Lana e da Lara, mas tem o lustre do Castelo também, sim! Só não lembro em qual posição da visita e não tirei foto (fuén).

P.S.²: As fotos são todas minhas (com exceção da do elenco, claro, e das dos cientistas, que são da minha amiga) e o ambiente lá dentro é bem escuro. Isso somado à minha falta de habilidades fotográficas deu no que deu, não reclamem 😛

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8 Comments

  • Reply Bruna 4 de abril de 2017 at 19:07

    Obrigada por dividir sua experiência, passei vontade na primeira exposição do castelo, e estou passando um pouco mais com essa aí hahaha. Moro no interiorzão do Paraná, fica bem complicado ir “só pra isso” né, quem sabe se prorrogar por um bom tempo eu consiga ir!

  • Reply Giliard Nobre 6 de abril de 2017 at 22:23

    Olá tudo bem ? Espero que sim, Gostei bastante deste site, seus artigos são muito interessantes e é bem explicado muito bom, adorei !
    Parabéns !!

    Visite Meu Blog : http://www.bismaxongravacoes.com.br/

  • Reply Selma Barbosa 6 de abril de 2017 at 22:56

    Quero muito ir Livs! Acabou que não deu pra ir na do MIS e eu pensei que tinha perdido a oportunidade pra sempre de ver a exposição. Acho que esse mês não vai rolar ainda, mas do mês que vem não passa. Talvez, se durasse até julho, eu ainda tentava ir nas minhas férias do trabalho porque ia na semana pra pegar menos fila… :/

    Com carinho,
    Conto Paulistano.

  • Reply Camila Faria 12 de abril de 2017 at 17:40

    Eu não assistia O Castelo Rá-Tim-Bum, então não tenho essa memória afetiva da série. A exposição parece estar super bem montadinha, será que vem para o Rio? Um beijo!

  • Reply Luly 14 de abril de 2017 at 17:20

    Eu já tava pronta aqui pra perguntar sobre o Lustre do Castelo antes de ler seus “ps” porque elas eram minhas favoritas junto com os lindos Tíbio e Perônio!
    Mesmo os ambientes sendo apertadinhos deve ser uma exposição mágica! Meu sonho da minha vida era ter uma porta giratória com sofazinho que nem a do quarto do Nino, acho que ia chorar de emoção vivendo isso ao vivo e a cores… Fiquei com dó da moça rodando o dia inteiro, mas nas primeiras vezes deve ser lindo!
    Castelo Rá-Tim-Bum foi um dos programas que mais me marcou na vida, e sei que muita gente se sente igual. Era divertido, educativo e tudo muito bonito, colorido. Sinto saudades!

  • Reply Patthy 19 de abril de 2017 at 10:28

    *Aquela que volta pro mundo dos blogs e sai comentando posts atrasados*
    Eu cheguei a cogitar a ir nessa exposição, mas acho que a desilusão de não ter entrado na outra me desmotivou um pouco. heh Como essa não criou tanto bafafá como a outra, até achei que ia ser mais tranquila, mas pelo seu relato parece que não estava tão calma assim…
    Eu vinha comentar que meu irmão tinha medo do Prof Tibúrcio e eu tinha medo era da Esfinge, mas na minha cabeça desenvolvi a ideia e tenho quase certeza que caracteriza. #assuntocíclico
    Mas geeeente, eu desconhecia totalmente essa conversa de acharam que a Sandra Annenberg foi passarinha… HAHAHAHA Minha memória pode estar me traindo, mas não acho nenhuma delas remotamente parecida com a Sandra. E olha que a fantasia delas não escondia tanto o rosto como era do Passarinho (mas né, no caso dele precisava já que nem sempre era o mesmo cara tocando os mil instrumentos).
    Achay zoadíssima essa parada da iluminação alternada dos figurinos. Digo, podia ter um efeito de acende-apaga, mas sem deixar ~no escuro~, só uma gracinha, uns piscas, né? Pessoal da cenografia, me chamem!

    • Reply Patthy 19 de abril de 2017 at 11:04

      Aaaah, lembrei que esqueci de algo no comentário: vou te contrariar e dizer que não acho que o Mau deveria se chamar Mal justamente por ser o contrário de Bem. Ele é mau (mas nem tanto assim, vamos falar a verdade XD), não tipo O MAL ENCARNADO ou coisa assim. heh

  • Reply Bela 22 de abril de 2017 at 06:30

    Não consegui ir na expo do MIS e sinto um apertinho no core por não ir nessa mas quando eu fazia parte de um programa para jovens carentes da TvCultura, nós fomos lá na emissora, vimos todos esses detalhes, vimos como gravavam o Glub Glub LEMBRA?!?! E até o estudio do Roda Viva!
    Mas que eu queria ver a expo, quiria :'(

    Aliás, sobre sua resposta de estar lendo mais do que posta no blog, tirei das minhas costas esse peso de postar resenha de tudo que leio, ás vezes isso acaba me bloqueando a leitura so de forçar a criar uma critica.

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