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Diário, Música

Quem não desiste, tudo consegue

Ou (spoiler alert)Como foi conversar pessoalmente com meu crush famoso da adolescência.

Talvez você nunca tenha comprado uma revista por uma reportagem com seu cantor favorito e nem tenha gasto toda a tinta colorida de impressora do seu pai imprimindo fotos de seus ídolos. Talvez você nunca tenha tido sequer uma pasta com recortes e lembranças daquele artista em especial. Mas mais do que isso: talvez você nunca tenha sido fã de alguém. I feel sorry for you.

(e talvez por isso ache o post extremamente chato, etc e tal. beijos de luz)
(vai ser longo, sim. e se reclamar, posto outra vez)

Início dos anos 2000, internet discada, Yahoo! Grupos e o auge das boy bands. Eu estava prestes a completar 13 anos, idade em que eu oficialmente deixaria de ser criança e me tornaria pré-adolescente (na minha cabeça era assim que funcionava), quando vi o Gugu anunciar na TV a mais nova boy band brasileira, Twister. Eu pirei na hora! A música que tocaram (playback, claro) falava sobre um amor que dava 40 graus de febre e queimava pra valer (pra valeeeer), com uma dança sensacional de brinde (só que não, vergonha alheia detected). Engraçado que os vocais deles eram subestimados e os caras realmente eram bons!

Clipe de "40 Graus", Twister, 2000

“Meu amor, esse amor dá 40 graus de febre. Queima pra valer, queima pra valeeeer. É assim como o sol derretendo toda neve dentro de você, dentro de você.” (rimas ricas: não trabalhamos)

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Sobre reconhecer as cores do céu e aprender com as provas da vida

Certa tarde, em meio a um espetáculo maravilhoso em tons de amarelo, laranja, verde e azul, perguntei para a minha mãe se no outono e no inverno o pôr do sol era sempre lindo assim. Algum tempo depois, fiz o mesmo questionamento, mas sobre o nascer do sol. Tanto eu quanto ela não soubemos dizer. Eu passei minha vida toda acordando antes do sol nascer e até então não saberia dizer que cor que o céu tem nesse momento. É triste quando você percebe que passou tempo demais dando valor a coisas não tão valiosas assim e deixou passar aquele céu azulzinho lá em cima ou nem reparou na planta na janela da casa de tijolinho à vista daquela rua de paralelepípedos perto de casa. Ou ainda que não escreve mais tanto quanto gostaria.

Sol nascendo em Jundiaí, no outono

Sol nascendo no meu bairro em uma manhã outonal…

Mas aos poucos a gente vai treinando o olhar. A gente vai começando a entender o que realmente importa e passa a se preocupar mais com isso. Com agradar a si mesmo, sentir prazer naquilo que nos faz bem.
E foi assim domingo desses, saindo de uma prova que poderia decidir a minha vida profissional, que eu vi o entardecer que acompanharia meu caminho para casa. Que coisa mais maravilhosa! O carro ficou inundado por tons alaranjados, eu, por um sentimento de gratidão. Por ter tido a chance, por estar ali, por viver tudo isso.

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Diário

Desafio 52 semanas #08: Melhores filmes infantis

01Tem alguém aí? 😛 Me perdi no tempo em Abril, fiz um milhão de coisas (show do Elton John, mudança da amiga pra Austrália, avaliações da faculdade, maratona de Crazy Ex-Girlfriend, etc) e acabou que não postei 🙁 Mas estamos aí, tentando retornar.

Inclusive, queria compartilhar com vocês que publiquei meu primeiro vídeo no YouTube, uma TAG sobre a faculdade que estou cursando (Licenciatura em Letras Português e Inglês EAD). Sou n00b nesse mundo ainda, mas vou ficar muito feliz se você tirar 10 minutinhos do seu tempo para assistir e talvez até participar nos comentários 🙂

Mas vamos a mais um tema do desafio das 52 semanas? (que tá atrasadíssimo, diga-se de passagem) Parei aqui pra pensar e assisti poucos filmes infantis live action. A maioria foi desenho animado mesmo, desculpaê.

Para acompanhar todos os meus posts do desafio 52 semanasclique aqui.

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Cinema & TV, Diário

Exposição Rá-Tim-Bum, o Castelo

Quem acompanha o BeLivs há mais tempo deve lembrar de quando postei sobre a exposição do Castelo Rá-Tim-Bum no MIS (Museu da Imagem e do Som) lá no começo de 2015. Foi concorridíssimo para comprar os ingressos, uma loucura, mas ainda assim tive o privilégio de ir duas vezes (e contei tudinho no blog – uma pena que as imagens simplesmente desapareceram). Dessa vez tudo foi acontecendo meio por acaso. Só sei que quando menos percebi, a Kátia tinha comprado os ingressos e essa seria nossa despedida antes do intercâmbio dela: a exposição Rá-Tim-Bum, o Castelo.

Arquitetura Castelo Rá-Tim-Bum

A arquitetura do Castelo foi inspirada por Gaudí, segundo as informações da exposição.

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