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Como foi a experiência de castrar duas gatas filhotes

Todos os tutores conscientes sabem (ou deveriam saber) que castrar é um ato de amor (e responsabilidade), não é mesmo? Mas não é porque é algo lindo e maravilhoso que não dê certo ~trabalho~ castrar um animal de estimação. Não entenda mal: defendo com todas as minhas forças a esterilização (como a castração também é conhecida), porque só assim conseguiremos eventualmente diminuir a quantidade de animais abandonados nas ruas (e por consequência, até os maus tratos) além de reduzir a incidência e algumas doenças felinas. No caso das minhas gatas, ajudou também a acalmá-las e as fez ficar mais carinhosas, uma delícia.

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Gatices, TAG & Meme

TAG: Vida de Gateira (e a história de como adotei mais uma gata)

E então aconteceu. Eu que tinha jurado que nunca mais teria gato nessa vida e acabei janeiro não com uma, mas duas gatas na minha casa, dá pra acreditar? No começo foi um sufoco, pois a Nina (cuja história já contei aqui) ficou extremamente incomodada com a nova moradora, que chegou há pouco mais de um mês, em 23 de janeiro. Ela ficava rosnando e batendo na bolinha peluda preta e branca. Mas agora as duas são melhores amigas no mundo inteiro e achei que seria o melhor momento de responder a tag Vida de Gateira da Rê e apresentar pra vocês a Melzinha <3

Minha zoiuda assustada e minha peste em forma de gata

Minha zoiuda assustada e minha peste em forma de gata <3

1) Quantos gatinhos você tem?
Tenho duas gatas viralatas maravilhosas *-*

2) Qual nome delas? Quais apelidos?
Nina, a rajadinha com uma mancha amarela na testa, e Mel, a frajolinha dos olhos esbugalhados. Não tem como: vira e mexe as chamamos simplesmente de Rajada e Preta. Às vezes a Nina também atende por Carijó (já a Mel não atende por nome nenhum AHAHA).

3) Qual a idade das suas gatinhas?
Ambas tem cerca de 4 meses (o veterinário acredita que nasceram em outubro de 2015).

4) Como elas chegaram até você?
Como já contei a história da Nina (veio de Limeira, surpresa do meu namorado pra mim), vou contar sobre a Mel. Um dia a Ju me mandou um Whats dizendo que tinha aparecido um gato recém nascido na casa dela, do tamanho da Nina (comentei que a Nina tinha cerca de 3 meses então o gatinho não era tão novo assim, mas deem um desconto, ela nunca conviveu com gatos heh). Ela tem um cachorro maravilhoso e gigante que nunca conviveu com gatos (o único canino do qual não tenho medo e com quem interajo) e além disso, a mãe dela não gosta de gatos, então mesmo sem coragem de deixar o filhotinho solto no jardim, eles não podiam ficar com ele. Prestei consultoria gateira a ela por uma semana, tempo em que o gatinho ficou preso em um banheiro, tadinho. Até que meu coraçãozinho bateu mais forte e decidi adotá-lo <3 (por insistência do Daniel, claro) Após levar ao veterinário, confirmamos que é uma fêmea lindinha da cara assustada, nhoooim.

5) Você tem fotos delas bebê/antigas?
Da Nina tenho mais novinha, já a Mel veio pra mim “menos filhote” heh

Mini-Nina (ou

Mini-Nina (ou “nano gata” como meu pai a chamava heh)

6) Como é a personalidade das suas gatinhas?
A Mel é super na dela. É o tipo de gato que só aceita carinho quando quer. Como a Nina ~abusou~ dela quando a adotamos, ela ainda é meio assustada e anda pela casa como se tivesse pisando em ovos. Mas aos poucos tem ganhado confiança e hoje anda por tudo. É muito comilona e caçadora. Dificilmente mia, só quando quer ir pro quintal.
A Nina é toda espevitada, anda atrás de mim o tempo todo e é mais dependente, sabem? Manhosa que só, só de ouvir a geladeira ser aberta já fica miando querendo sachê. Fica doida quando vê um passarinho e me recebe todos os dias quando ouve o portão abrir <3
Ambas dormem comigo e sempre gostam da coincidência de estar no mesmo cômodo que eu.

7) Elas gostam de brinquedinhos? Se sim, quais?
O brinquedinho mais barato e eficiente é a bolinha de nota fiscal heh Por serem filhotes, gostam muito de brincar e se divertem com qualquer coisa. A Nina é mais da turma das bolinhas e a Mel adora uma boa fitinha pendurada em algum lugar. Mas o que elas gostam mesmo é de ficar no quintal dos fundos caçando baratas (óbvio que morro de nojo, prefiro quando caçam lagartixas ou mosquitinhos). A Mel, inclusive, adora trazer as baratas pra dentro, deixando elas no tapete da sala de jantar… ewc! Bom, pelo menos eu sei que não preciso mais me preocupar com uma barata subir na minha cama =B

8) Qual tipo de carinho que ela mais gosta?
A Mel não gosta de colo mas adora uma coçadinha na barriga. A Nina já adora um colinho e pede pra eu coça-la inteirinha, principalmente a cabeça. Se eu ficar passando o dedo no nariz dela, ela dorme onde estiver!

Elas não se largam e ficam se mordendo e se lambendo o tempo todo, nhoim

Elas não se largam e ficam se mordendo e se lambendo o tempo todo, nhoim

9) O que ele mais gosta de comer? Qual marca de ração/molhinho você costuma dar?
Elas ficam doidas quando sentem o cheiro de pão, mas evitamos ao máximo. De ração, dou a Golden filhotes de frango e sachê Whiskas (elas odeiam o Sabor & Vida). Queria diminuir o sachê mas a Nina bebe pouquíssima água, então o veterinário falou que é melhor continuar dando porque ela tira parte dos líquidos que precisa dali.

10) Como é a caixinha de areia das suas gatinhas? Você usa areia, sílica, receita alternativa?
Usei por muito tempo a de areia mesmo (gosto da Pipicat) e agora estou tentando a de sílica pra ver se o cheiro diminui (compro a mais barata).

11) Que recado você daria para as pessoas que não tem gatinhos, ou tem preconceito com gatos?
Não julguem sem nunca ter convivido com um bichano. Eles não são esses bichos sem coração como são pintados muitas vezes. Assim como humanos, cada um tem a sua personalidade e uns gostam mais ou menos de carinho e companhia, basta você entender que é característica do animalzinho e pronto 😉

Somente atualizando vocês, finamente estou de férias \o/ sou somente 10 diaszinhos, mas servirão pra descansar, ver muito House, ir atrás da cidadania italiana e telar meu quintal porque a Nina tá impossível 🙁 Além, claro, de aproveitar para colocar as visitas em dia e talvez até mudar o tema do BeLivs, aguardem!

Um beijo e ótima semana pra vocês!

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Sobre as coisas inesperadas (e maravilhosas) que acontecem em nossa vida

Esse poderia ser um post de final de ano bem clichê, analisando tudo que aconteceu em 2015 e como vou lidar com isso tudo em 2016. Mas eu achei pertinente contar aqui pra vocês a última surpresinha que tive e que aquece meu coração só de lembrar…

Sempre fui gateira. Tanto tendo gatos em casa quanto mexendo com os gatos na rua (sempre rio quando alguém me diz que não vou conseguir me aproximar de determinado gato que é muito arisco porque SEMPRE consigo, com jeitinho). Em casa, pelas minhas contas, já tive 15 gatos: Chiquinha (uma gata preta safada que tive quando criança), Florzinha e seus 5 filhotinhos (siamesa, toda linda), Rajada e Malhada (meus amores! Foram elas que me despertaram para o amor felino), Baixinho e Junior (abandonados lá em casa, criados juntos com as outras duas), Junior (outro siamês adotado), Fred (meu laranjinha que viveu por 3 meses somente, nasceu com uma doença), Mingau (ai, o Mings! Era um Lorde e extremamente inteligente) e, por fim, Toddy e Café (não tenho nem palavras para dizer o que esses dois foram pra mim). Isso sem contar os gatos da vizinhança que nos visitavam com frequência: a gata muda, a Menina, o Raja, o Lost, o Frajola, a Paçoca… Todos tiveram seu fim, das mais diferentes formas (algumas que até hoje não sei quais foram), porém o envenenamento do Café me destruiu, me fez fechar meu coração pra um novo bichinho de estimação.
Já faz seis meses que tudo aconteceu e ainda não achava que fosse conseguir me entregar novamente. Mas é como o Daniel disse: se até depois de todas as merdas que vivenciei em relacionamentos passados eu consegui deixá-lo entrar na minha vida, eu tiraria de letra ter um novo gatinho 😛

Sexta-feira ele me ligou dizendo que estava chegando e que estava me trazendo um presente especial de Natal. Não sei explicar, mas naquele momento eu tinha certeza de que seria um gatinho… fiquei tão nervosa, tão ansiosa (até compartilhei isso no Twitter) que me atacou a gastrite (não consegui comer nada).
Quando ele chegou com aquela coisa pequenininha e peluda no colo eu chorei feito um bebê. Lembrei de todo o sofrimento que tinha passado mas também vieram as boas memórias… não teve como não me render!

...porque eu sou muito grande, sabe?

…porque eu sou muito grande, sabe? (e estou sem foco porque não paro quieta)

Foi aí que o Daniel me contou toda a história. Tinha sido abandonado na casa de um amigo dele, que trabalha em um pet. Ele não pode ficar com o gato porque os cachorros estavam invocados. O gatinho foi levado pra outra casa, onde só tinham outros felinos, que também não o receberam bem. Depois de buscar de todas as formas possíveis um lugarzinho pra ele ficar antes de poder me trazer, o Dan deixou-o por três dias na casa de uma moça e depois levou pra casa dele mesmo, também em Limeira. Vejam bem que foram 4 casas em questão de pouco mais de uma semana, que dó!

E foi assim que me tornei mãe de gato de novo.

Ela adora o sofá! Acho que é porque foi o primeiro lugar da casa em que ela dormiu junto comigo...

Ela adora o sofá! Acho que é porque foi o primeiro lugar da casa em que ela dormiu junto comigo…

No sábado levamos o então gato no veterinário e descobrimos que na realidade ele é ela!!! Adorei porque a última vez que tive uma fêmea foi há uns 15 anos, no mínimo. Estou dando vermífugo, pingando um remédio no ouvidinho dela e muuuito amor, que é o que ela mais precisa <3 Em janeiro ela tomará a primeira dose da vacina e provavelmente em março será feita a castração.
Tivemos dificuldades em decidir um nome (eu queria Katniss, mas mamy e papy não manjam dos paranauês de Jogos Vorazes), mas acabou ficando Nina, que é meigo como ela e é um apelidinho pra “pequenina” (porque, meu, ela parece um ratinho de tão pequetitica).

Mesmo tendo bastante experiência com felinos, cada gato é diferente do outro. O que mais está me surpreendendo com a Nina é o quanto ela é carente e o quanto gosta de colo, bem diferente dos outros gatos que tive. Estou naquela fase de pesquisar bastante informações, descobrir as coisas das quais ela gosta e curtir muito essa fase brincalhona da bichinha (sem me arrepender nem um minutinho de tê-la aceito na minha vida).

Que folga, hein, fía?

Que folga, hein, fía?

Não tem jeito: bichinhos dão um novo ânimo pra nossa vida, não é mesmo?

Um beijo!