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resenha

Diário, Literatura

Felicidade, sustenidos e bemóis – “Todo o tempo do mundo”

Fui ontem buscar minhas lentes de contato novas. Sai do consultório zonza de tanto que eu estava enxergando. Eu sempre me emociono quando eu volto a ver as cores do mundo, tudo é alegria, tudo é festa, tudo é cor. Isso basta para me deixar feliz.

“o melhor lugar do mundo é aquele em que você está neste momento. O importante é o aqui e o agora.” (Rico, página 90)

O cheiro de café recém-passado e do bolinho-de-chuva da vó. Ouvir sua música preferida no rádio. Um carimbo novo no passaporte. Receber a Eucaristia todos os domingos. Escrever um livro, ter um filho, plantar uma árvore. “Felicidade é estar vivo.” É estar com quem eu amo, vivendo plenamente o hoje. O que é felicidade genuína pra você?

livro Todo o Tempo do Mundo, Maurício Gomyde, Editora Astral Cultural

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Literatura

Leituras de 2016

Passaram bem a virada do ano? Pra mim foi bem tranquilo, como tem sido nos últimos anos. Mas devo dizer que poderia ter sido mais tranquilo ainda se eu “pudesse” ter ficado deitadinha na minha cama de pijama vendo seriados. Aliás, objetivo de vida pro próximo 31/12, hein? 😛

Eu gostaria de dizer que pretendo manter esse post como uma tradição de final/começo de ano mas dá até medo que falando isso ele deixe de existir. Então vamos apenas aproveitar os dois anos seguidos em que compartilho com vocês minha lista de lidos do ano que está no fim, ok? 🙂

Libraria Mas Puro Verso - Montevideo, uruguay

Libraría Más Puro Verso, que fica na Ciudad Vieja, em Montevideo (Uruguay). Uma das livrarias mais lindas que já tive a oportunidade de visitar! (aguardem posts)

Termino 2016 com 27 livros lidos (pouco mais de dois por mês, minha média mesmo) e 5 em andamento:

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Literatura

“Carry On”, da Rainbow Rowell

(ou: como fazer uma fanfic da fanfic ser tão – ou mais – incrível do que a história original)

Aviso: esse post é gigante, ok?

Quando recebi da Editora Novo Século o convite para ler Carry On em primeira mão, eu aceitei de cara porque, né, adoro essas ~exclusividades~ bloguísticas, ainda mais se tratando dessa autora amorzinho demais <3 Até então eu já havia lido Anexos (meu preferido!) e Eleanor & Park, da mesma autora – incrível – Rainbow Rowell (além do conto maravilhoso “Meias Noites”, da coletânea O Presente do Meu Grande Amor – Doze histórias de Natal), então já imaginava o que esperar da escrita.
Uma das cosas que mais gosto na autora é que os personagens dela são factíveis. Os diálogos são facilmente imagináveis (como quando percebemos o quanto a Eleanor gosta de começar ou encerrar frases com “gente!”) e as personalidades de cada uma na história são totalmente vida real (como a Cath de Fangirl, que é a nerd-não-estereotipada: adora leitura, prefere ficar sozinha escrevendo do que interagindo mas não é uma sociopata antissocial como alguns livros e seriados retratam o mundo geek). Fiquei pensando em como ela se sairia escrevendo fantasia… e tive uma maravilhosa surpresa!

Carry On, da Rainbow Rowell

Você precisa saber que os protagonistas de Carry On aparecem em Fangirl, então o primeiro seria meio que um spin-off¹ do segundo. Bom, nas palavras da própria Rainbow (que nome incrível, minha gente! será que os pais dela eram hippies?):

“Se você leu meu livro Fangirl, sabe que Simon Snow começou como um personagem fictício daquela história. Um personagem fictício-fictício. Meio que um amálgama e descendente de centenas de outros Escolhidos fictícios. Em Fangirl, Simon é o herói de uma série de livros infantis de aventura escritos por Gemma T. Leslie – e objeto de muitas fanfictions escritas pela personagem principal, Cath.
(…) É disso que se trata Carry On. Minha visão de um personagem que eu não conseguia tirar da cabeça. É a minha visão desse tipo de personagem, e desse tipo de jornada. Foi um modo de conceder a Simon e Baz, apenas semi-imaginados em Fangirl, a história que eu sentia que devia a eles.”

Foi então que eu soube que precisava ler Fangirl. Ok (li. adorei. e, omg, Levi <3). Não que seja estritamente obrigatório, mas eu não tivesse lido a história que deu origem à fanfic da fanfic (LOL), eu não teria me familiarizado tão facilmente com o Mundo Mágico, entende?

Mas, enfim, falemos de Carry On (aliás, que mágico quando descobri de onde vem o título do livro – que eu não vou estragar pra vocês). A história não é tão ~nova~ assim. Aliás, não é nova at all
Tem como pano de fundo Watford, uma escola de magia na Inglaterra, na qual o diretor é conhecido como Mago (que se veste tipo o Peter Pan, sabe-se lá por quê). A escola obviamente é encantada e não permite que os Normais (seres sem magia aka trouxas) adentrem seu terreno.
É lá que Simon Snow, bruxo órfão que nunca chegou a conhecer seus pais, divide o quarto com Basilton Pitch (o nosso Baz), um vampiro adolescente, filho da antiga diretora da escola, que foi morta quando ele ainda era uma criança. As intrigas entre os dois são constantes, afinal, Baz está o tempo todo provocando Snow e tramando alguma contra o menino.
Simon é o bom moço e Baz é o malvado… será que é por isso que Agatha está dividida entre o namorado e o inimigo vampiresco dele? (Salvatore feelings, gente)

“Eu quero ser o agora mesmo de alguém, Simon, não o felizes para sempre. Não quero ser o prêmio no final. Aquilo que você conquista se derrotar todos os chefões.”
— achei essa frase da Agatha sensacional!

Além triângulo amoroso (que é uma surpresa deliciosa), temos Penny, melhor amiga de Simon, que foge sempre pro quarto dos meninos quando sua roomie meio-fada está recebendo sua namorada pra passar a noite e deixando o quarto cheio de pó de pirlimpimpim (gente, as referências e piadas são demais, leiam, por favor!). Ela é a única garota a conseguir entrar no dormitório masculino (adorei quando descobri a explicação!), melhor aluna da classe (oi, Hermione!) e dona de uma magia poderosíssima e de uma família cheia de gente (oi, Ronny!). Minha personagem preferida fácil, fácil. Totalmente girl power.
Quando voltam das férias, QUEDÊ BAZ? Simon fica obcecado tentando descobrir o que o vampiro adolescente está tramando pois a essa altura já estariam na sua 263a encrenca do ano…

Vamos então acompanhando o desenrolar da história enquanto Snow tenta descobrir o que está havendo com Baz, além de lidar com seus sentimentos dúbios em relação à Agatha e até mesmo ao Mago. E em meio a uma trégua quase forçada é que toda a magia da história acontece… (e encanta!)

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O livro todo é narrado em primeira pessoa e temos a oportunidade de enxergar os diversos pontos de vista pois cada capítulo é narrado por um personagem, com seu nome anunciado logo no título. Isso foi me deixando TENSA porque tinha um personagem em específico com uns capítulos misteriosos e intrigantes mas esse personagem simplesmente ainda NÃO TINHA APARECIDO NO LIVRO. E quando descobri quem era fiquei: :O

Qualquer pensamento de que o enredo é um Harry Potter meets Twilight/Vampire Diaries não é mera coincidência. Mas não se engane: isso não é ruim! É como se a Rainbow fizesse piada do fato de estar escrevendo quase que uma releitura de clássicos teensÉ sensacional o modo como ela brinca com esses temas clichês, discutindo no livro se o Baz pode ser visto no espelho ou tem que ser convidado para entrar em algum recinto, ri bastante com as constatações.

Outro show à parte são os feitiços. Eles são originados por expressões que os Normais usam. Quanto mais os Normais as usarem, mais forte a magia é. Pode ser cantigas infantis (“sabiá lá na gaiola fez um buraquinho, voou, voou, voou, voou”), ditados, expressões e memes (“corra para as montanhas”) ou músicas (“pau que nasce torto nunca se endireita” e “vai sacudir, vai abalar”).
E é aqui que quero deixar meus parabéns à equipe que traduziu o livro. Não é fácil você trocar trechos de música ou ditados populares em inglês por versões que façam sentido em português. Quanto eu mais lia, mais eu ficava feliz pela tradução (e com mais vontade de reler o livro em inglês pra saber quais as expressões usadas no original). Aliás, para algumas expressões não traduzidas, existem notas de rodapé explicando direitinho. Adoro!

"Simon Snow está vivo e eu estou desesperadamente apaixonado por ele"

“Simon Snow está vivo e eu estou desesperadamente apaixonado por ele”

Além de ser um livro que conta a aventura dos ~xóvens~ bruxinhos, tem romance dos bons. As cenas entre o casal principal são fantásticas desde a tensão sexual, afinal, Baz é todo fogo e Simon é todo lábios. Se você leu Fangirl, sabe do que estou falando (aliás, para este ponto em específico, acho importante ter lido Fangirl, porque só assim você já vai construindo o romance na sua cabeça. Não sei se quem não conhece a história vai sacar de imediato as nuances e as entrelinhas entre eles).

“Simon Snow, não houve um dia em que eu acreditasse que fôssemos sobreviver àquilo. (…) À vida. Você era o sol e eu estava em reta de colisão com você. Acordava todas as manhãs e pensava: “isso vai acabar em chamas”

Livro delicioso de ser lido, pra romance nenhum botar defeito (aliás, a sexualidade dos protagonistas é meramente um detalhe, gosto muito quando os autores se preocupam em tratar a orientação dos persnagens de forma natural, sem fazer escarcéu por isso). Não costumo ler muito rápido, mas devorei as quase 450 páginas em uma semana. Com certeza é um livro que indico pra quem curte um YA delicinha (que passa no teste de Bechdel² – e inclusive faz piada disso).
Não é uma história que mudou a minha vida ou me fez pensar sobre a minha existência, mas me divertiu muito e me entreteve por horas a fio!

 

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Carry On
 (5/5)

Rainbow Rowell
Editora Novo Século
2016
480 páginas
ISBN: 978-8542808247

Quem mais leu ou se interessou, hein?

Estou em ressaca literária desde que terminei ele, alguma sugestão do que devo ler em seguida?

Um beijo!

¹ spin-off: são histórias que se originaram de outras histórias. Na maioria das vezes, é um personagem em especial que ganha uma história só pra ele, e esta é chamada de Spin-Off (tipo The Originals é o spin-off de The Vampire Diaries). Explicação daqui: 10 palavras que todo fã de séries precisa saber o significado. Aliás, vale a leitura 😉

² teste de Bechdel: pergunta/questiona se uma obra de ficção possui pelo menos duas mulheres que conversam entre si sobre algo que não seja um homem. Algumas vezes se adiciona a condição de que as duas mulheres tenham nomes. Leia mais aqui.

O livro foi enviado para resenha pela editora mas minhas opiniões são sinceras, viu?

Literatura

“Eleanor e Park”, da Rainbow Rowell

Estou escrevendo essa resenha logo após terminar esse livro porque queria aproveitar todas as emoções que ele me causou (apesar de só estar publicando quase um mês depois, essa sou eu =B heh).

Comecei a ler Eleanor & Park achando que seria uma história bobinha do tipo “garoto bonitinho encontra garota complexada, garota complexada muda pelo garoto bonitinho, eles se apaixonam e família não aceita romance”, coisas assim (não me levem a mal, adoro esse tipo de livro também). Foi uma história que eu li sem saber do que se tratava. Escolhi esse livro em primeiro lugar porque acho a capa linda e em segundo lugar porque adorei a escrita da Rainbow na outra obra que li dela, “Anexos”. Mas foi uma surpresa incrível saber que nem de longe o livro é superficial assim. Pelo contrário: é profundo e excruciante.

Eleanor & Park

“Segurar a mão de Eleanor era como segurar uma borboleta. Ou um coração a bater. Como segurar algo completo, algo vivo.”

A Eleanor, protagonista do livro (sim, acho que ela é mais protagonista do que ele, me deixem) é gente como a gente. Tem uma juba (ruiva!) indomável, se acha gorda e tem um monte de dificuldades dentro de casa. Park é um coreado meio nerd que vive em uma família estruturada e sempre teve tudo o que precisava, mas que sempre se sentiu meio rejeitado pelo pai.
O livro se passa em capítulos (geralmente bem curtos) intercalados, ora é Eleanor que vemos narrando e ora é Park, o dá um dinamismo bem legal pra história.

Tudo começa quando são “obrigados” a dividir o mesmo banco no ônibus. Um monte de partilhas se iniciam através das histórias em quadrinhos dele (quem nunca ficou olhando de soslaio pra leitura do companheiro de banco do transporte público, hein?).
Não quero estragar a história pra vocês, mas eu diria que tem um pouco de tudo: tem a garota com vergonha do próprio corpo, tem uma mãe presa em um relacionamento abusivo, tem os pais que depois de anos de casados ainda mantem a chama acesa, tem o pai que rejeita o filho porque ele se maquia, tem primeiro amor, tem gordofobia, tem bullying. Mas principalmente tem uma dose incrível de realidade. Eu consegui ver essa narração acontecendo na vida real, entendem?

Fanart de Eleanor & Park

Tem muitas fanarts lindas por aí, mas amei essa colagem <3

Me vi muito na Eleanor que se veste de um jeito diferente porque quer que os outros a vejam como a menina estranha, assim talvez não vejam toda a dor que existe por trás dela. É um pouco do que falei no meu post sobre o medo do fracasso. Ok, ela se veste assim porque não tem grana pra bancar roupas melhores, mas ela não precisava amarrar uma gravata no pulso, certo? Eu vivi um pouco disso na fase em que só usava rosa, era minha forma de me esconder.

“Todas as roupas masculinas que vestia apenas chamavam mais atenção pro quão feminina ela era.”

Se o livro é sobre amor? Sim, ele é. Mas ao longo do enredo fui ficando mais tensa com as tensões familiares e a falta de apoio que Eleanor recebe do que com o romance deles. Tinha momentos em que me dava vontade de socar a mãe dela com toda a sua passividade, sabe? A família de Park também me deixou nervosa em alguns momentos, principalmente no que diz respeito à falta de meiguice de Eleanor, mas o incômodo mesmo foi foi com a família dela e não dele…

Eleanor & Park

(5/5)

Rainbow Rowell
Editora Novo Século
2014
328 páginas
ISBN: 9788542801255

Se você gosta de música, principalmente rock dos anos 80, por favor, leia esse livro. É cheio de referências musicais e mixtapes que me deixaram doida de vontade pra ouvir.

“Nada antes conta – ele disse. – E nem consigo imaginar um depois.”

Quem mais leu? Quero saber se também mexeu com você! Pra mim foi uma leitura deliciosa que ao mesmo tempo em que me encantou, me rasgou por inteiro e me deixou querendo mais. Agora já estou doida querendo ler Ligações e Fangirl da mesma autora porque ela me cativou de jeito!

Um beijo!

Literatura

Leituras de 2015

Bem no comecinho de 2015 eu fiz uma lista de livros que queria ler ao longo do ano e esse ano me propus a anotar tudinho que li. Eu leio rápido até, mas tenho poucos momentos na semana dedicados a leitura então é difícil um mês em que eu leia mais de 2 livros. Mas não me incomodo, meu negócio é qualidade, não quantidade 😉

Separei minhas leituras mês a mês com uma breve nota sobre cada uma e o link pra resenha postada aqui, bora lá?

Os lidos em 2015, que tal?

  1. Um Sorriso ou Dois, do Frederico Elboni (janeiro) – bem nhé. Se eu lesse hoje, tenho certeza de que minhas opiniões seriam piores ainda…
  2. Fazendo Meu Filme 1, da Paula Pimenta (fevereiro) – beeem gracinha, história despretensiosa, me prendeu.
  3. Meu Nome é Memória, da Ann Brashares (fevereiro) – entrou pro meu hall de preferidos da vida <3
  4. O Código da Vinci, do Dan Brown (fevereiro) – me surpreendeu muito! Me prendeu demais, eu não esperava que fosse gostar tanto assim!
  5. 100 Crônicas, do Mario Prata (março) – gostei tanto! Preciso ler o outro também do Mario que a Kátia me deu…
  6. Confissões de Adolescente, da Maria Mariana (abril) – acho que li alguma versão errado, viu? Tão curtinho, tão nhé…
  7. Tamanho não Importa, da Meg Cabot (maio) – adoro essa série! Heather Wells é tipo uma Bridget Jones meets Sherlock Holmes ;P
  8. Tamanho 42 e Pronta para Arrasar, da Meg Cabot (junho) – acho que foi meu preferido da série, só falta ler o último agora!
  9. Nós, do David Nicholls (julho)<3 ownti, como me declarar pra esse autor que mal conheço e já considero pacas? Uma das melhores leituras de 2015 também!
  10. Um Dia, também do David Nicholls (agosto) – curti muito, mas menos que Nós. David Nicholls definitivamente entrou no meu hall de autores preferidos.
  11. Assassinato no Expresso do Oriente, da Agatha Christie (agosto) – enrolei muito pra começar mas quando comecei não queria mais parar, muito envolvente, adorei a escrita da Agatha!
  12. Um Mais Um, da Jojo Moyes (agosto) – muito amor <3 recomendo a todo mundo!
  13. Anexos, da Rainbow Rowell (setembro) – AMEI!!!
  14. A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista, da Jennifer E. Smith (setembro) – curtinho e meio fraquinho, mas se passa na Inglaterra, então valeu por isso!
  15. À Procura de Audrey, da Sophie Kinsella (setembro) – não curti, não. Achei bobinho, não me prendeu.
  16. Orgulho e Preconceito, da Jane Austen (novembro) – uma recomendação incrível de Luizete <3
  17. Vida Organizada, da Thais Godinho (novembro) – muito útil, recomendo demais pra quem diz que é impossível se organizar!
  18. A Mágica da Arrumação, da Marie Kondo (novembro) – gostei, pero no mucho. Achei meio idealista demais, não sei…
  19. A Menina do Vale, da Bel Pesce (novembro) – Bel, ídola <3
  20. Procuram-se Super-heróis, da Bel Pesce (novembro) – Bel, ídola <3 ²
  21. Os Três, da Sarah Lotz (dezembro) – extremamente envolvente e perturbador, foi a surpresa do ano, recomendo!
  22. Harry Potter e o Enigma do Príncipe, da J. K. Rowlling (dezembro) – meu preferido continua sendo o Cálice de Fogo mas nem eu sei por que enrolei  tanto pra ler esse… adorei!
  23. A Rainha, da Kiera Cass (dezembro)esse eu comecei e terminei de ler depois de ter feito o post, por isso não aparece na montagem… é um conto da série A Seleção (adoro <3 muito!), super rapidinho de ler, uma graça. Até me empolguei e comecei a ler A Herdeira agora…

Vale incluir as normas ISO 9001, a ISO 14001 e a OHSAS 18001 como leituras de 2015? heh

Ainda tenho alguns livros começados (Avalon High e A Herdeira), outros abandonados (A Maldição do Tigre, Dom Casmurro e Não Se Iluda, Não – sério, não passei da terceira página de tão ruim que é) e outros da lista aguardando para serem lidos (O Caso dos Dez Negrinhos, Harry Potter e as Relíquias da Morte, Divergente) mas no final das contas tô bem feliz com o que li em 2015.
Difícil escolher um preferido, mas gostei demais de Nós, Um Mais Um e Anexos.

Para 2016 não pretendo aumentar esse número, mas queria mesmo era fazer mais resenhas e postar por aqui… então fica como desafio pra mim escrever posts sobre pelo menos 75% dos livros que eu ler, combinado?

E vocês: o que leram de bom em 2015, hein? E da minha listinha, leram algum?

Um beijo!